O Triunfo dos Empreendedores por Francisco Banha

Os Principais Objectivos deste Livro

Baseadas no pioneirismo e no conhecimento acumulado do Autor, desde 2006, no desenvolvimento de Programas de Educação Empreendedora, capacitando mais de 4 mil Professores, envolvendo 96.400 alunos, em mais de 500 escolas, dispersas por 150 Municípios, estas “Cartas a um Professor…” foram escritas com o objetivo de partilhar experiências e reflexões em torno da Educação para o Empreendedorismo e dos desafios que se perfilam neste domínio.

As questões “Que métodos de ensino/aprendizagem se adequam à educação para o empreendedorismo? As atitudes, conhecimentos e competências empreendedoras, desenvolvidas nos programas de educação para o empreendedorismo, são consistentes com os esforços realizados para combater as altas taxas de desemprego juvenil? Qual a importância da educação para o empreendedorismo na formação dos professores? Porque se defende a integração da educação para o empreendedorismo independentemente da disciplina e nível de ensino que os professores lecionam? são foco de reflexão ao longo destas Cartas.

Outro tema central deste Livro é a mudança que, no entendimento de Francisco Banha, tem necessariamente que ocorrer no domínio da Educação. Este processo de mudança é dado a conhecer através de uma analogia com as diversas fases da metamorfose de uma borboleta, mostrando a trajetória que, na sua perspetiva, deverá ser seguida no sentido de permitir uma transformação ao nível da praxis docente e, por consequência, os efeitos positivos que essa transformação produz junto da maior riqueza de um País, que são os seus Alunos.

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As 4 Fases de Professor Formal a Professor Empreendedor

Fase do OVO

- Questione-se sobre a educação para o empreendedorismo.
- Surge o conflito:
“Tenho de mudar?”
Para quê mudar?
Há vantagens? Quais?
Educação para o empreendedorismo:
tem a ver comigo?

Fase da LARVA

- Arrisque e faça formação
- Transforme informação em conhecimento
- Acumula dados e recolhe informações…
- Discute com os seus pares e aclara opções.

Fase da PUPA ou CRISÁLIDA

- Valorize as suas práticas letivas
- Fase do engenho da teoria (sei como fazer).
- (Re)pensa a sua postura profissional.
- Aplica metodologias learning by doing.
- Planifica tendo em conta os nativos digitais.
- Potencia as vantagens das novas tecnologias de informação

Metarmofose : Fase IMAGO

- Promova atividades no âmbito do empreendedorismo
- Torne-se cada vez mais um profissional reflexivo
- Estimule uma cultura empreendedora na Escola / Comunidade Educativa

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Francisco Banha - O Triunfo dos Empreendedores

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  • Título :: Educação para o Empreendedorismo.Cartas a um professor… O Triunfo dos Empreendedores
  • Total de páginas : 321
  • Autor :Francisco Manuel Espingardeiro Banha
  • Paginação : António Salsinha - www.antoniosalsinha.com
  • Design de Capa: Creative Walkers
  • Impressão: Europress
  • 1ª Edição : Outubro de 2016
  • ISBN : 978-989-713-167-7
  • Depósito Legal : 416809/16
  • Editor : Getting. Comunicação Social, Unipessoal www.bnomics.pt
  • Todos os direitos reservados: : Formedia- Instituto Europeu de Empresários e Gestores e Francisco Manuel Espingardeiro Banha
  • Portes Portugal : GRATUITOS
  • Portes para outras partes do Mundo : € 20,00
  • Oferta de Livro Autografado por Francisco Banha
  • Acesso Exclusivo a Grupo no Facebook para interagir com outros participantes e colocar questões ao Autor

Alguns Testemunhos

O Triunfo dos Empreendedores - Luis Palha da Silva

O Autor deste livro, Francisco Banha, de quem sou amigo há largos anos - foi meu aluno e pouco tempo a seguir meu colega docente -, tem-nos concedido uma significativa parte do seu tempo a trabalhar na área do empreendedorismo e, num plano mais doutrinário, a obra que agora nos apresenta reconhece, aprofunda e discute, de forma pioneira, o papel do sistema de ensino na criação de competências, capacidades de iniciativa, apetência pelo risco e autoconfiança dos nossos jovens.

Luís Palha da Silva
Presidente e CEO do Grupo PHAROL, SGPS

O Triunfo dos Empreendedores - Horácio Piriquito

Francisco Banha é a mais importante referência da história do Capital de Risco em Portugal.
É, também, o Refundador de todo o movimento que se desenvolveu no nosso País nos últimos anos na área do empreendedorismo, mas que o Francisco iniciou no final dos anos 90. Praticamente sozinho. Ninguém como ele, até hoje, encarnou com tanta mestria e tanto saber o fomento do espírito empreendedor, essencial a todos aqueles que realmente pretendem aproveitar oportunidades, investigar novos mercados, avaliar perspetivas e mergulhar intensamente na fascinante, difícil, exaustiva mas também, por vezes, compensadora aventura de criar uma nova empresa.

Horácio Piriquito
Presidente e CEO do Grupo FORMEDIA

O Triunfo dos Empreendedores - Carlos Carreiras

Hoje está na moda falar de empreendedorismo. Mas há quase 10 anos, quando tratámos de lançar mãos à obra, quando acreditámos que o país podia mudar libertando o talento e o potencial dos portugueses, muitos acharam que éramos loucos, no mínimo excêntricos... Inspirados pelo Francisco Banha e com a sua ajuda, levámos literalmente os princípios do empreendedorismo para os bancos de escola. Em Portugal, Francisco Banha pensou o que poucos antes dele foram capazes de pensar. Viu o que poucos antes dele foram capazes de ver. Fez o que poucos antes dele foram capazes de fazer.
Francisco Banha é o Empreendedor dos Empreendedores. Cascais sabe-o bem. Está-lhe grata por isso, mesmo que fora de tempo nos chamem excêntricos.

Carlos Carreiras
Presidente C. M. Cascais

O Triunfo dos Empreendedores por Francisco Banha

Sinopse

``No ambiente de penúria de meios que se mantém, não podemos deixar de considerar o empreendedorismo e a livre iniciativa como uma das poucas soluções para o aumento da eficiência da economia portuguesa e uma muito oportuna esperança para todos os jovens que queiram escapar à triste sina dos ordenados de 600 euros.`` Luís Palha da Silva, in Prefácio.

  • O Professor como motor fundamental no desenvolvimento das competências empreendedoras dos nossos alunos

    `` A utilização da primeira pessoa no discurso e a partilha, intimista, humilde mas sem falsas modéstias, das experiências pessoais do Autor transmitem uma sensação de serena confiança nas lições que nos propõe. `` Luís Palha da Silva, in Prefácio.

  • O empreendedorismo como instrumento de competitividade

    `` Numa altura em que as economias atravessam enormes dificuldades e se sofisticam, é necessário prestarmos a máxima atenção às capacidades de todos os “Franciscos Banhas” que existem potencialmente em Portugal. E já são muitos os que lhe seguiram as pisadas, que Ele inspirou e que certamente com a implementação das ideias que defende, em mais Escolas portuguesas, irá continuar a inspirar. `` Horácio Piriquito, in De Amigo a Editor.

Desde 1997 que o autor tem vindo a dar o seu contributo à promoção das vantagens associadas à atividade de capital de risco, através do lançamento dos livros “O impacto da fiscalidade na atividade de Capital de Risco” e “ Capital de Risco- Os tempos estão a mudar”, quer registando algumas considerações sobre a forma como o Capital de Risco se enquadra na Economia portuguesa quer esclarecendo algumas matérias de importância primordial em todo o processo de investimento tais como os métodos de avaliação, negociação, acordos parassociais, ações preferenciais quer ainda refletindo sobre os elos de financiamento dos projetos Start-up, nomeadamente os de base tecnológica.

Passados que foram 19 anos do primeiro livro e 15 do segundo, é com muito orgulho que o autor pode constatar que os citados livros ajudaram a demonstrar que o Capital de Risco e os Business Angels eram essenciais ao ecossistema empreendedor nacional e que a mudança entretanto ocorrida, tem vindo a permitir a todos os empreendedores portugueses, com projetos devidamente estruturados, beneficiar das vantagens que se encontram subjacentes a esta poderosa ferramenta de desenvolvimento empresarial, contribuindo assim para um Portugal melhor.

A crescente importância dos negócios derivados do novo paradigma que se encontrava a emergir, no início da década de 2000, por força da expansão da Internet e sua influência no futuro da Humanidade, levou o autor a expor a sua opinião sobre as vantagens que o Capital de Risco podia proporcionar à dinamização das novas tecnologias em Portugal.

Para Francisco Banha, uma nova mentalidade do empreendedor português, assente numa cultura mais recetiva aos benefícios dos negócios em parceria e na promoção vigorosa por parte das SCR e dos Business Angels, da sua missão, vantagens e competências específicas que possuem relativamente a outros tipos de investimentos, enquadradas num contexto legislativo e fiscal mais adequado, proporcionava o momento adequado para que esses empreendedores pudessem “avançar” e “beneficiar” deste magnífico instrumento de desenvolvimento empresarial, nomeadamente a nível de base regional ou local.

Se de facto tal viesse a acontecer, isto é, se por um lado, os empreendedores portugueses passarem a recorrer ao Capital de Risco, para reforçar a sua estrutura financeira e capacidade de gestão, e por outro lado, as SCR, através dos seus Fundos especializados, reforçarem as suas participações em PME’s inseridas nas áreas das novas tecnologias de informação, nomeadamente nos estágios iniciais de Seed Capital, então o livro “ Capital de Risco- Os tempos estão a mudar” terá servido um fim deveras valioso especialmente por facilitar a eliminação dos aspetos negativos da cultura do Capital de Risco em Portugal.

Desde 1997 que Francisco Banha pretendeu dar um contributo para que os empresários, estudantes e o público em geral pudessem ter um conhecimento mais próximo do que é o capital de risco, uma forma de financiamento/cooperação que fornece às pequenas e médias empresas mais uma hipótese de desenvolver o seu negócio.

Nesse sentido mereceram especial relevo, no livro “ Impacto da Fiscalidade no Sector de Capital de Risco”, os principais temas fiscais, com impacto na atividade das Sociedades de Capital de Risco, tentando aferir dos condicionalismos existentes a uma maior dinamização de tão importante instrumento financeiro para as PME’s portuguesas.

Ao ter realizado este livro Francisco Banha interiorizou a convicção de que, o sucesso do Capital de Risco em Portugal, depende mais do dinamismo dos investidores de risco do que de potenciais favorecimentos ao nível do enquadramento legal e fiscal.

De facto, cabe às SCR criar o seu espaço próprio de atuação através da promoção da sua missão, das suas vantagens e competências específicas de modo a diferenciar-se de todos os outros tipos de investidores, uma vez que se parte do princípio que existe mercado para este produto e que as mentalidades dos empresários se encontram em modernização.

Francisco Banha

Francisco Banha é Presidente do Grupo Gesbanha - com atividades na área da gestão e contabilidade, capital de risco e empreendedorismo sustentável. É doutorando em ciências económicas e empresariais da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve estando a desenvolver a sua investigação na área do Empreendedorismo. Tem uma licenciatura em Organização e Gestão de Empresas (Instituto Superior de Novas Profissões), um Mestrado em Gestão (Universidade Técnica de Lisboa) e um MBA em Business Strategy (ISEG- Instituto Superior de Economia e Gestão).

É ainda uma referência nas áreas do Empreendedorismo e do Capital de Risco, tendo publicado no âmbito destas temáticas os livros “O Impacto da Fiscalidade no Setor de Capital de Risco” e “Capital de Risco – Os Tempos Estão a Mudar”. É responsável pela cadeira de Empreendedorismo no MBA e na Pós-Graduação em Gestão e Sustentabilidade no Instituto Superior de Economia e Gestão, e no Mestrado de Empreendedorismo e Internacionalização do Instituto Superior de Gestão.

Em 2006, lançou a GesEntrepreneur – Empreendedorismo Sustentável, Lda., empresa responsável pela implementação do método learning by doing no ensino do Empreendedorismo em mais de 500 Escolas portuguesas

Pequenos Apontamentos do livro O TRIUNFO DOS EMPREENDEDORES

Leia pequenos excertos desta obra, para que se aperceba do cuidado posto na sua elaboração. Para tal, basta clicar na imagem para que o texto seja revelado.
  • Metamorfose da Borboleta : O OVO

    Importa recordar que a metamorfose da borboleta compreende quatro etapas distintas. A primeira é constituída pelo Ovo colocado pela borboleta fêmea adulta. Encontra-se nas folhas das plantas, que serão utilizadas como alimento quando a larva eclodir.

    Tal como os ovos estão fixos a um suporte e estão completamente indefesos, as primeiras cartas fornecem ao leitor menos informado a possibilidade de contactar com a temática do empreendedorismo. Isto permitir-lhe-á, um melhor conhecimento da sociedade atual, que é considerada uma Sociedade baseada no Conhecimento e na Criatividade.

    Será também importante conhecer os desafios da União Europeia em termos da educação para o empreendedorismo e conhecer alguns projetos e iniciativas implementadas pelo nosso Ministério da Educação.

  • Metamorfose da Borboleta : A LARVA

    Numa segunda etapa, na fase da Larva, conhecida popularmente como lagarta, assiste-se a um crescimento do ser vivo através de uma alimentação voraz das folhas, retirando-lhes os nutrientes e a água de que precisa para sobreviver.

    Neste momento, o importante é levar o leitor à descoberta do empreendedorismo e à importância do aprender a empreender o mais cedo possível. Esta fase de acumulação de reservas, por parte da lagarta, assemelha-se à oportunidade de que o leitor usufruirá ao contactar com a Teoria de Aprendizagem Experiencial e constatar a filosofia subjacente ao modelo pedagógico learning by doing, uma aprendizagem por resolução de problemas que se traduz em projetos concretos. Assim ficará preparado para a etapa seguinte.

  • Metamorfose da Borboleta : PUPA OU CRISÁLIDA

    Chegamos à terceira etapa, designada por Pupa ou Crisálida, na qual a lagarta prende-se pela porção posterior de seu corpo através de fios sintetizados pelo próprio, formando-se o casulo protetor onde ocorrerá a formação da pupa ou crisálida.

    É um estádio “imóvel” no qual o animal não se alimenta, sobrevivendo graças às reservas nutritivas acumuladas na fase anterior. É também nesta etapa que o professor, após ter contactado com o novo modelo pedagógico, se encontra preparado para o interiorizar e tomar consciência da operacionalização do modelo e/ou métodos ativos, que se traduz em projetos concretos (project-based) assim como o impacto do mesmo ao nível das aprendizagens.

    Pode inspirar-se e participar no Programa “Escolas Empreendedoras”.

  • Metamorfose da Borboleta : IMAGO

    A metamorfose da borboleta termina com a quarta e a última etapa, denominada de Imago, a fase adulta na qual a borboleta está pronta para voar e para se reproduzir. Nesta altura, assim como a lagarta se transformou em borboleta, também o professor formal é já um professor com iniciativa empreendedora: realiza atividades no âmbito do empreendedorismo, é um profissional reflexivo, estimula uma cultura empreendedora na escola e na comunidade, sem deixar de promover a inclusão no empreendedorismo.

    Sabemos que a borboleta adulta alimenta-se de substâncias líquidas, tais como o néctar de flores, substância rica em nutrientes e capaz de a alimentar de forma completa. Assim, para que o professor empreendedor possa ser alimentado de forma completa, outros intervenientes do processo educativo devem estar implicados, nomeadamente os Pais e Encarregados de Educação. No processo de promoção de uma cultura de escola empreendedora, os professores devem ter um papel ativo e serem conhecedores do Ecossistema Empreendedor regional inserido no contexto nacional.

    Se a borboleta é o belo resultado final da metamorfose, isso resulta de um conjunto elaborado de processos que conduzem ao surgimento de um inseto, cuja variedade de cores encanta qualquer observador. Da mesma forma, o professor também necessita de se transformar, de desenvolver asas e voar e o seu voo provocará o famoso “efeito borboleta”: as consequências far-se-ão sentir entre os seus pares bem como entre os seus alunos.

O Triunfo dos Empreendedores - Fase 1 : O OVO

Metamorfose da Borboleta : O OVO

Importa recordar que a metamorfose da borboleta compreende quatro etapas distintas. A primeira é constituída pelo Ovo colocado pela borboleta fêmea adulta. Encontra-se nas folhas das plantas, que serão utilizadas como alimento quando a larva eclodir.

Tal como os ovos estão fixos a um suporte e estão completamente indefesos, as primeiras cartas fornecem ao leitor menos informado a possibilidade de contactar com a temática do empreendedorismo. Isto permitir-lhe-á, um melhor conhecimento da sociedade atual, que é considerada uma Sociedade baseada no Conhecimento e na Criatividade.

Será também importante conhecer os desafios da União Europeia em termos da educação para o empreendedorismo e conhecer alguns projetos e iniciativas implementadas pelo nosso Ministério da Educação.

O Triunfo dos Empreendedores : Fase 2 - A LARVA

Metamorfose da Borboleta : A LARVA

Numa segunda etapa, na fase da Larva, conhecida popularmente como lagarta, assiste-se a um crescimento do ser vivo através de uma alimentação voraz das folhas, retirando-lhes os nutrientes e a água de que precisa para sobreviver.

Neste momento, o importante é levar o leitor à descoberta do empreendedorismo e à importância do aprender a empreender o mais cedo possível. Esta fase de acumulação de reservas, por parte da lagarta, assemelha-se à oportunidade de que o leitor usufruirá ao contactar com a Teoria de Aprendizagem Experiencial e constatar a filosofia subjacente ao modelo pedagógico learning by doing, uma aprendizagem por resolução de problemas que se traduz em projetos concretos. Assim ficará preparado para a etapa seguinte.

O Triunfo dos Empreendedores : PUPA OU CRISÁLIDA

Metamorfose da Borboleta : PUPA OU CRISÁLIDA

Chegamos à terceira etapa, designada por Pupa ou Crisálida, na qual a lagarta prende-se pela porção posterior de seu corpo através de fios sintetizados pelo próprio, formando-se o casulo protetor onde ocorrerá a formação da pupa ou crisálida.

É um estádio “imóvel” no qual o animal não se alimenta, sobrevivendo graças às reservas nutritivas acumuladas na fase anterior. É também nesta etapa que o professor, após ter contactado com o novo modelo pedagógico, se encontra preparado para o interiorizar e tomar consciência da operacionalização do modelo e/ou métodos ativos, que se traduz em projetos concretos (project-based) assim como o impacto do mesmo ao nível das aprendizagens.

Pode inspirar-se e participar no Programa “Escolas Empreendedoras”.

O Triunfo dos Empreendedores : Fase 4 - IMAGO

Metamorfose da Borboleta : IMAGO

A metamorfose da borboleta termina com a quarta e a última etapa, denominada de Imago, a fase adulta na qual a borboleta está pronta para voar e para se reproduzir. Nesta altura, assim como a lagarta se transformou em borboleta, também o professor formal é já um professor com iniciativa empreendedora: realiza atividades no âmbito do empreendedorismo, é um profissional reflexivo, estimula uma cultura empreendedora na escola e na comunidade, sem deixar de promover a inclusão no empreendedorismo.

Sabemos que a borboleta adulta alimenta-se de substâncias líquidas, tais como o néctar de flores, substância rica em nutrientes e capaz de a alimentar de forma completa. Assim, para que o professor empreendedor possa ser alimentado de forma completa, outros intervenientes do processo educativo devem estar implicados, nomeadamente os Pais e Encarregados de Educação. No processo de promoção de uma cultura de escola empreendedora, os professores devem ter um papel ativo e serem conhecedores do Ecossistema Empreendedor regional inserido no contexto nacional.

Se a borboleta é o belo resultado final da metamorfose, isso resulta de um conjunto elaborado de processos que conduzem ao surgimento de um inseto, cuja variedade de cores encanta qualquer observador. Da mesma forma, o professor também necessita de se transformar, de desenvolver asas e voar e o seu voo provocará o famoso “efeito borboleta”: as consequências far-se-ão sentir entre os seus pares bem como entre os seus alunos.

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